Em pleno século XXI, apesar de toda evolução humana e da democracia que aparenta existir, é bastante fácil acabarmos nos deparando com alguns regimes que só demonstram ser ditatoriais. Nesses tipos de regime apenas uma pessoa tem o domínio, é um sistema em que reina a opressão, a submissão e a falta de participação dos hierarquicamente mais fracos.
A educação evoluiu bastante até os dias atuais, pois, em séculos passados os professores tinham forte influência e chegavam até a dar algumas palmadas naqueles alunos mais exaltados. Hoje, a escola está bem mais democrática e bem mais aberta, e felizmente até existem lideranças de representação tanto dos professores, quanto dos alunos. Porém, em meio a toda essa significativa evolução, existem alguns professores que ficaram parados no tempo, e que para impor sua autoridade, acabam utilizando-se de recursos “arcaicos”, para conter o clamor dos alunos que reivindicam e que buscam melhorias na educação.
Mas será que esta é a atitude mais correta? Essa pergunta é fácil de ser respondida. Pois, oprimir, denegrir, encurralar e afrontar o alunado nunca será a melhor solução para nenhum educador. Aliás, é sabido por todos que o novo modelo educacional permite ao aluno, além de ser critico, buscar dentro da legalidade, as melhorias necessárias para uma educação de qualidade.
Infelizmente, essa não é a nossa realidade. Alguns docentes acabam utilizando-se das avaliações, que certamente serviriam para analisar o desempenho dos alunos, como um meio cruel de punição. Alguns alunos, do atual 3º ano, do Colégio Estadual Arabela Ribeiro foram vítimas deste escancarado abuso de poder.
É de conhecimento de todos, que boa parte dos representantes do Grêmio Estudantil fazem parte do 3º ano. E que, após o grêmio ter tecido uma forte crítica aos educadores da referida instituição, alguns alunos- integrantes foram surpreendidos com uma avaliação em nível de Universidade, (sendo que as vítimas ainda cursam o 3º ano do ensino médio). Qual seria o motivo do nível altíssimo da avaliação? Senão, uma "medida legal” de punir estes integrantes do grêmio pela crítica que foi feita. É preferível entendermos que a tentativa do educador responsável pela prova tenha sido a de “capacitar” os mesmos para o mundo que vai ser encontrado por eles além do portão da escola, isto certamente seria menos revoltante.
Fica a expectativa de que esse regime opressor seja banido, e que esse tipo de prática, nada educativa, seja fortemente revista, tanto pelos governantes quanto pelos próprios educadores. Já que, esse tipo de atitude acaba por fugir totalmente da ética profissional. Fica para todos esses, as lembranças dos tempos de outrora onde o papel de educar ia além da formação acadêmica, e ao educador cabia o papel de transmitir não só valores educacionais, mas principalmente valores sociais e morais.
A educação evoluiu bastante até os dias atuais, pois, em séculos passados os professores tinham forte influência e chegavam até a dar algumas palmadas naqueles alunos mais exaltados. Hoje, a escola está bem mais democrática e bem mais aberta, e felizmente até existem lideranças de representação tanto dos professores, quanto dos alunos. Porém, em meio a toda essa significativa evolução, existem alguns professores que ficaram parados no tempo, e que para impor sua autoridade, acabam utilizando-se de recursos “arcaicos”, para conter o clamor dos alunos que reivindicam e que buscam melhorias na educação.
Mas será que esta é a atitude mais correta? Essa pergunta é fácil de ser respondida. Pois, oprimir, denegrir, encurralar e afrontar o alunado nunca será a melhor solução para nenhum educador. Aliás, é sabido por todos que o novo modelo educacional permite ao aluno, além de ser critico, buscar dentro da legalidade, as melhorias necessárias para uma educação de qualidade.
Infelizmente, essa não é a nossa realidade. Alguns docentes acabam utilizando-se das avaliações, que certamente serviriam para analisar o desempenho dos alunos, como um meio cruel de punição. Alguns alunos, do atual 3º ano, do Colégio Estadual Arabela Ribeiro foram vítimas deste escancarado abuso de poder.
É de conhecimento de todos, que boa parte dos representantes do Grêmio Estudantil fazem parte do 3º ano. E que, após o grêmio ter tecido uma forte crítica aos educadores da referida instituição, alguns alunos- integrantes foram surpreendidos com uma avaliação em nível de Universidade, (sendo que as vítimas ainda cursam o 3º ano do ensino médio). Qual seria o motivo do nível altíssimo da avaliação? Senão, uma "medida legal” de punir estes integrantes do grêmio pela crítica que foi feita. É preferível entendermos que a tentativa do educador responsável pela prova tenha sido a de “capacitar” os mesmos para o mundo que vai ser encontrado por eles além do portão da escola, isto certamente seria menos revoltante.
Fica a expectativa de que esse regime opressor seja banido, e que esse tipo de prática, nada educativa, seja fortemente revista, tanto pelos governantes quanto pelos próprios educadores. Já que, esse tipo de atitude acaba por fugir totalmente da ética profissional. Fica para todos esses, as lembranças dos tempos de outrora onde o papel de educar ia além da formação acadêmica, e ao educador cabia o papel de transmitir não só valores educacionais, mas principalmente valores sociais e morais.
Yohan Santos
Diretor de Imprensa